SAINT GERMAIN – SENHOR DO SÉTIMO RAIO – INICIAÇÃO DO CHAKRA DA ALMA

EUSOULUZ.COM.BR - SAINT GERMAIN - MESTRE ASCENSO - CHOHAN DO SÉTIMO RAIO

Retiros:

Transilvânia, Romênia e Table Mountain (Wyomimg, E.U.A.)

Vibração:

Violeta, púrpura, cor-de-rosa, verde água, azul-piscina

Pedras:

Ametista, diamante e água-marinha

Qualidades:

Liberdade, alquimia, justiça

Dons:

Profecia, Realização de Milagres

Dia:

Sábado

DONS DA PROFECIA E DA REALIZAÇÃO DE MILAGRES

Entra em cena Saint Germain,

no primeiro de Maio de 1684,

Deus da Liberdade para a Terra.

Envolto num manto de estrelas,

Está de pé com a sua chama gêmea,

A Deusa da Justiça,

tendo o Cosmos como pano de fundo.

Ele vem acender os fogos da transmutação mundial

Em corações sintonizados com as cifras cósmicas

E impedir cataclismos pessoais e planetários.

Ele defende a causa da Liberdade Divina

Perante os conselhos dos homens

E apresenta os seus argumentos

Ao corpo de portadores de Luz do mundo.

Ele oferece um resgate pelos oprimidos –

Um dom do seu coração – e da sua mente.

A jóia mais rara de todas as nossas lembranças da Terra –

E do seu Corpo Causal:

Esferas sucessivas da riqueza que é sua

Colhidas nas experiências divinas e humanas.

Tudo isto ele oferece.

Como um pedinte com a sua tigela bem cheia,

Eele anda pelas ruas do mundo

Observando os caminhantes

Na esperança de que pelo menos um em cada milhão

Aceite o dom oferecido

E o leve do coração, reconhecendo

a Fonte, o Sol,

E a alquimia desta era, tão próxima.

Sim, tão próxima quanto o livre-arbítrio e a Centelha Divina

Está a nossa libertação do dilema

Da dúvida, dos conceitos nocivos e da morte.

E tão longe quanto está longe da graça o trabalhador

Que inveja o nosso encontro de Amor,

Está, sem ele, a manhã da nossa libertação

Dos fios enredados dos carmas cruzados

Do nosso desmazelo e tempo perdido durante

séculos de tédio

Com personalidades tão, tão interiores à sua!

Eis que Saint Germain entra

Para sempre nos nossos corações, se o deixarmos.

********

Ele vivia para libertar os homens.

Isto resume numa só frase as muitas encarnações de Saint Germain. Embora tenha desempenhado muitos papéis, em cada vida ele trouxe-nos o Cristo e a Luz em profecias e na alquimia da liberdade para libertar o povo da Terra.

Eis que entra em cena Saint Germain, no 1º de Janeiro de 1987.

Ele vem como o Senhor do Sétimo Raio e da Sétima Era. Vem iniciar-nos no dom da profecia e no dom da realização de milagres – para que possamos prever, pelo Espírito dos profetas, aquilo que está prestes a nos acontecer e para fazermos recuar a onda das trevas através da milagrosa chama violeta.

Há mais de cinquenta mil anos, uma civilização da era de ouro florescia num fértil país dotado de clima semitropical, onde hoje se encontra o deserto do Saara. Ali havia grande paz, alegria e prosperidade, e o país era governado com suprema justiça e sabedoria por este mesmo Saint Germain.

A maioria dos seus súditos tinha pleno uso consciente da sabedoria e do poder de Deus. Possuíam faculdades que hoje pareceriam sobre-humanas ou milagrosas. Sabiam ser extensões do Sol Central – correntes de Vida saídos do Grande Centro do cosmos do Espírito e da Matéria.

O seu sábio governante representara para eles num grande mural situado no centro da capital, chamada “Cidade do Sol”, a sua história cósmica – para que não se esquecessem da Fonte da qual se originaram e nem da sua razão de ser, que era tornarem-se centros solares nesta galáxia distante, à qual chamavam agora seu lar, extensões da Lei do Um. Sim, porque faziam parte de um universo em expansão. E o seu sentido de comensuração a respeito do Um mantinha sempre presente o conhecimento do EU SOU O QUE EU SOU.

Saint Germain era um mestre da sabedoria antiga e do conhecimento das esferas materiais. Governava com Luz todos os setores da vida; o seu império atingiu um ápice de beleza, simetria e perfeição nunca excedido na oitava física. Os padrões celestiais eram, de fato, manifestados no cálice de cristal da Terra. E a vida elemental prestava serviço para manter puros os quadrantes da Matéria.

O povo considerava o seu hierarca a mais elevada expressão de Deus a quem procurava imitar, e grande era o amor que alimentava pela sua presença. Ele era a encarnação do arquétipo da Cristicidade universal para aquela dispensação – a quem o povo podia considerar como o padrão para a sua própria divindade emergente.

Guy W. Ballard descreve, sob o pesudônimo literário de Godfre Ray King , em Mistérios Desvelados, uma viagem anímica na qual Saint Germain o conduz através dos registros akáshicos desta civilização e do seu declínio.

Saint Germain explicou-lhe que, ” como em todas as eras passadas, uma parte do povo se tornou mais interessada nos prazeres temporários dos sentidos do que no grandioso Plano da Criação do Grande Eu Divino. Isto fez com que tais elementos perdessem consciência do Poder Divino no país, até que esse Poder só permaneceu ativo em poucos lugares além da capital. Os governantes compreenderam que deveriam retirar-se e deixar o povo aprender, através da dura experiência, que toda a felicidade e todo o bem provinham da adoração do Deus interior, e que para serem felizes teriam que retornar à Luz.”

O governante ( o representante em encarnação da hierarquia espiritual da Terra, chefiada por Sanat Kumara) recebeu instruções de um conselho cósmico para que deixasse o império e o seu amado povo; daí por diante, o carma desse povo seria o seu Guru e Legislador, e o livre-arbítrio determinaria que porção do seu legado de Luz seria ou não conservada.

De acordo com o plano, o rei celebrou um grandioso banquete na Sala das Jóias do seu palácio, no qual participaram os seus conselheiros e os servidores públicos. Depois do jantar, que foi inteiramente precipitado do Universal, apareceu à direita de cada um dos 576 convidados um cálice de cristal cheio de “pura essência eletrônica”, Era o cálice eucarístico de Saint Germain que, com o manto e o cetro dos antigos reis-sacerdotes, oferecia a sua própria essência da Luz aos que haviam servido fielmente o reino para glória de Deus.

Ao beberem em honra da “Chama do Altíssimo Deus Vivo e Um”, compreenderam que nunca esqueceriam completamente a centelha divina do Eu Divino interior. Essa proteção anímica, concedida através do coração sempre reconhecidoi de Saint Germain, continuaria através dos séculos até o dia em que esses servidores fariam de novo parte de uma civilização em que, decorridos os ciclos cósmicos, receberiam todo o conhecimento necessário para buscarem a União Divina – só que, desta vez, nunca mais deixariam a Cidade Dourada do Sol.

Falou, então, um Mestre Cósmico vindo do Grande Silêncio. A sua mensagem foi transmitida por rádio do salão de banquetes para todo o reino. O ser resplandecente, que se identificou somente pela palavra Vitória escrita na fronte, veio preveni-los de uma crise iminente, repreendendo o povo pela ingratidão e indiferença para com a sua Grande Fonte Divina, e, fê-los recordar a ordem antiga para que obedecessem à Lei do Um – do Amor. Fez, então, a seguinte profecia sobre o seu carma:

“Um príncipe, em visita, aproxima-se das vossas fronteiras. Entrará nesta cidade procurando a filha do vosso rei. Este príncipe subjugar-vos-á, mas de nada servirá reconhecer o vosso erro. Nada haverá a fazer, pois a família real ficará sob a proteção e cuidado de seres cujo poder vem de Deus, e contra os quais nenhum desejo humano pode jamais prevalecer. São os grandes Mestres Ascensos de Luz da cidade etérica situada por cima deste país. O vosso governante e os seus amados filhos habitarão lá por algum tempo.”

O rei e os seus filhos partiram passados sete dias. O príncipe chegiu no dia seguinte e tomou o poder sem oposição.

Ao estudarmos a história da vida de Saint Germain, vemos que através dos tempos o Mestre e a sua senda da Mestria Divina foram repetidamente rejeitados pelas próprias pessoas a quem pretendeu ajudar, e isto, apesar dos seus dons de Luz, Vida e Amor – frutos do seu mérito de adepto oferecidos gratuitamente -, das suas proezas alquímicas, do elixir da vida e de invenções e prognósticos terem sido prontamente aceitos.

O objetivo das suas encarnações desde a civilização da era de ouro do Saara até a hora final de sua vida como Francis Bacon foi sempre de libertar os filhos da Luz, especialmente os que, pelo seu descuido na utilização dos princípios ígneos da Lei, tinham ficado entregues aos seu próprio carma – a cujos vícios estavam frequentemente presos. Sua meta era o cumprimento da oração que ofereceu no banquete final do seu reinado.

“Se eles devem sofrer a experiência que queima e consome as escórias e as nuvens do eu exterior, ajuda-os, então, e por fim cria-os em Tua Perfeição Eterna. Eu apelo para Ti, ó Criador do Universo – Tu que és o Deus Supremo e Onipotente!”

♥ De Coração a Coração ♥: PURIFICAÇÃO AVANÇADA DA CHAMA VIOLETA

Como Sumo-Sacerdote do Templo da Chama Violeta no continente da Atlântida há treze mil anos, Saint Germain manteve, com as suas invocações e seu Corpo Causal, um pilar de fogo, uma fonte de chama violeta cantante que atraía gente de perto e de longe que desejava libertar-se de todo o tipo de cirscunstâncias escravizantes do corpo, da mente e da alma. Isto era feito através de esforços pessoal, de invocações e da prática de rituais do Sétimo Raio ao fogo sagrado.

Uma grade circular de mármores minuciosamente trabalhada envolvia o santuário onde os suplicantes se ajoelhavam em adoração à chama divina – para alguns visível como uma chama violeta física, para outros como uma luz “ultravioleta”, e para outros completamente invisível, embora fossem inegáveis as poderosas vibrações de cura.

O templo era construído em magnífico mármore de várias tonalidades, que iam do branco brilhante com veios violeta e púrpura até os tons mais escuros do espectro do Sétimo Raio. O núcleo central do templo era uma vasta sala circular revestida de mármore brilhante violeta, e com um suntuoso chão de mármore púrpura. Com três andares, ficava situado no meio de um complexo de áreas subjacentes destinadas ao culto e às várias funções dos sacerdotes e sacerdotisas que cuidavam da Chama e comunicavam a sua voz de Luz e Profecia ao povo. Os oficiantes desse altar eram preparados pla Ordem sacerdotal universal de Melquizedeque no retiro do Senhor Zadquiel, no Templo da Purificação, situado nas Índias Ocidentais.

Ao longo dos altos e baixos das eras que se seguiram, Saint Germain usou engenhosamente o ´momentum` do Sétimo Raio do seu Corpo Causal para garantir a liberdade dos guardiães da chama que mantiveram acesas as ´brasas` no altar da chama violeta no seu templo atlanteano. Glorificou e foi um exemplo da liberdade da mente e do espírito. Dotando as quatro sagradas liberdades de uma identidade própria, defendeu a nossa liberdade face a interferência do estado, à arbitrariedade dos tribunais e à zombaria do povo em assuntos que incluem a investigação científica, as técnicas de cura e a busca espiritual.

Com base nos direitos humanos fundamentais para um público responsável e racional, educado nos princípios da liberdade e da igualdade de oportunidade para todos, ensinou-nos sempre a sermos fiéis ao nosso direito divino inalienável de viver a vida de acordo com a nossa concepção mais elevada de Deus. Sim, porque o Mestre disse que nenhum direito, por mais simples que seja, pode permanecer seguro por muito tempo se não estiver baseado em graças espirituais e na Lei Divina , que comunica uma justiça compassiva ao seu coração.

Trecho extraído do livro:

SENHORES dos SETE RAIOS – A Vidas dos Mestres da Grande Fraternidade Branca – Uma escola para o seu desenvolvimento espiritual – Mark L. Prophet e Elizabeth Clare Prophet

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